Cláudia Collucci analisa o título brasileiro de "campeão mundial de cesarianas" e afirma que o fenômeno deve analisar todos os componentes envolvidos no processo, desde o hospital/maternidade até o anestesista.
Por Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil - Enquanto a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que no máximo 15% dos partos sejam cesarianas, no Brasil o índice é de 52%, chegando a 88% na rede privada.