A ex-presidente do Cebes, Sônia Fleury, escreveu sobre a importância das escolas de samba na contribuição da construção da consciência de jovens negros, favelados e pobres […]
Há 26 anos , após os debates que que marcaram a VIII Conferência Nacional de Saúde em 1986, as entidades do Movimento da Reforma Sanitária conseguiram […]
Congresso Nacional ignora o apelo de mais de 2,2 milhões de brasileiros que exigem mais financiamento para a saúde pública. Deputados estão alheios às pautas a serem votadas na Câmara dos deputados.
Com a pergunta "Quais os caminhos para consolidar o direito universal à saúde no Brasil?", o Cebes convidou pesquisadores, professores e ativistas da área da saúde para discutir o tema. Veja aqui a íntegra do debate, que contou com a participação de Ana Costa, Nelson Ibañez, Luis Eugênio Portela, Maria de Socorro de Souza, Thomaz Rafael Gollop e Carlos Ocké-Reis.
Em nota, entidades que lutam por projetos políticos convergentes com os ideais da reforma sanitária questionam o gasto do governo com juros e encargos da dívida pública que consomem grande parte do orçamento da União e inviabiliza a consolidação do Sistema Único de Saúde.
Desde as manifestações de junho, a saúde foi recolocada na agenda das prioridades nacionais, apesar da manutenção da visão conservadora e limitada do Governo Federal sobre o setor, segundo o professor da UFPE, Thiago Henrique dos Santos Silva.